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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Escalada: A Casa da Pedra e 90 graus são academias especializadas
Não é preciso ser o homem-aranha ou comprar equipamentos caros para escalar. Um bom começo é encarar a versão indoor, aquela parede cheia de garras coloridas que pode ser utilizada por pessoas de todas as idades. Para experimentar, pague uma diária avulsa em uma das academias especializadas. A Casa de Pedra, com endereços em Perdizes e na Chácara Santo Antonio, cobra 45 reais já com o aluguel de equipamentos – cadeirinha, sapatilha e saco de magnésio. Na 90 graus, próxima a Congonhas, o preço é 44 reais e também inclui o aluguel de acessórios. Nos dois lugares é possível subir e descer quantas vezes quiser. Caso você pegue gosto pelo esporte, ambas academias oferecem pacotes mensais e saídas para escalada em rochas de cidades vizinhas.
Patins: há opções para desafios e para deslizar sem compromisso
Nos anos 90, os patins in-line (com quatro rodinhas enfileiradas) eram febre. Os parques e praças viviam lotados de jovens e crianças adeptos do esporte. Hoje muita gente adotou a prática para manter a forma. Em uma hora de exercício chega-se a queimar até 500 calorias. Há ainda os que gostam de manobras. Dá pra saltar obstáculos, descer rampas e desviar de objetos assim como com o skate.
Em São Paulo, um dos lugares preferidos dos patinadores é a marquise do Ibirapuera. Para desafios maiores, a dica é partir para as pistas. A do Paço de São Bernardo tem horários definidos para skatistas, patinadores e ciclistas. Se a ideia é deslizar sem compromissos ou velocidade, o Parque do Ibirapuera, o Villa-Lobos e o Parque das Bicicletas dispõem de boa área plana para o esporte.
Em São Paulo, um dos lugares preferidos dos patinadores é a marquise do Ibirapuera. Para desafios maiores, a dica é partir para as pistas. A do Paço de São Bernardo tem horários definidos para skatistas, patinadores e ciclistas. Se a ideia é deslizar sem compromissos ou velocidade, o Parque do Ibirapuera, o Villa-Lobos e o Parque das Bicicletas dispõem de boa área plana para o esporte.
Kart: Granja Viana, Interlagos e Jaguaré têm opções
Gosta de Fórmula 1? Que tal sentir na pele a emoção de dirigir em alta velocidade em uma pista preparada para isso? Procure um dos kartódromos de São Paulo. Existem opções para todos os gostos, bolsos e idades.
O Speed Race Kart, no Shopping Aricanduva, é uma boa para os iniciantes. A pista tem 375 metros quadrados e o aluguel do carrinho custa 40 reais, por meia hora. O Kart in Jaguaré já é um pouco maior. Com pistas separadas para crianças e adultos, a meia hora de corrida custa 59 reais.
Já o Kartódromo Internacional Granja Viana oferece quatro pistas, as duas maiores com 1 140 metros cada. Todas são ao ar livre. O valor da bateria (25 minutos de corrida) custa 85 reais. Inclui o capacete, luvas e macacão.
Para quem já pratica o esporte e tem kart próprio, o treino no kartódromo de Interlagos sai de 80 a 125 reais, depende do dia e da quantidade de horas.
O Speed Race Kart, no Shopping Aricanduva, é uma boa para os iniciantes. A pista tem 375 metros quadrados e o aluguel do carrinho custa 40 reais, por meia hora. O Kart in Jaguaré já é um pouco maior. Com pistas separadas para crianças e adultos, a meia hora de corrida custa 59 reais.
Já o Kartódromo Internacional Granja Viana oferece quatro pistas, as duas maiores com 1 140 metros cada. Todas são ao ar livre. O valor da bateria (25 minutos de corrida) custa 85 reais. Inclui o capacete, luvas e macacão.
Para quem já pratica o esporte e tem kart próprio, o treino no kartódromo de Interlagos sai de 80 a 125 reais, depende do dia e da quantidade de horas.
Bicicross: Parque Ecológico do Tietê tem pista boa para iniciantes Mais aventureios podem praticar manobras na rua, em rampas, escadas e outros obstáculos
Conhecido também como BMX (bicycle motocross), o esporte é uma variação do motocross. Para praticá-lo é preciso ter uma daquelas bicicletinhas adaptadas, com rodas menores. Com uma dessas é possível fazer manobras em diferentes modalidades. Se a sua praia é velocidade, uma boa opção é partir para o “race”, corrida praticada em circuitos de terra. O Parque Ecológico do Tietê, na Penha, tem uma pista com morrinhos que permitem acrobacias leves, é bom para iniciantes. Para quem gosta de manobras, saltos e piruetas, “freestyle” (estilo livre). Pode ser feito na rua, em rampas, escadas e outros obstáculos. Em São Paulo, os espaços mais apropriados são as mesmas pistas construídas para a prática de skate.
Skate: Paulista, Ibirapuera e Anhangabaú são bons “picos de rua”
Skate - pistas de São PauloOs primeiros skatistas apareceram no Brasil no final da década de 1960, no Rio de Janeiro. Naquela época, os chamados “surfistinhos” pregavam rodas de patins em tábuas de madeira para ziguezaguear pela cidade. Desde então eles tomaram conta do país. Aqui em São Paulo, não é raro vê-los por aí. A Avenida Paulista, por exemplo, depois que teve suas calçadas reformadas, virou um dos points da moçada nos fins de semana. A Praça Roosevelt, a marquise do Ibirapuera e o Vale do Anhangabaú são outros “picos de rua” – lugares que não foram projetados para a prática, mas oferecem condições ideais para os adeptos do “street skate” (skate de rua).
Para quem prefere as pistas com rampas, escadas, bancos, trilhos e outros obstáculos, a boa notícia é que existem diversos lugares preparados para o esporte na cidade. Inaugurado em fevereiro deste ano, o Parque Zilda Natel, em Perdizes, tem 2 300 metros quadrados e foi construído com a ajuda de 22 skatistas profissionais. Dos 45 CEUs (Centros Educacionais Unificados) espalhados pela capital, 21 têm pistas de skate. Uma das mais legais é a do CEU Butantã, com seis tipos de obstáculos e estruturas diferentes.
Em São Bernardo, está a pista do Paço Municipal. Inaugurada em 1982, é considerada uma das melhores do Brasil. Depois de uma grande reforma feita em 2007, foi remodelada e conta hoje com dezesseis estruturas diferenciadas.
A revista Cemporcento Skate traz uma relação de lugares públicos e privados para quem é fã de manobras radicais.
Skate - pistas de São PauloOs primeiros skatistas apareceram no Brasil no final da década de 1960, no Rio de Janeiro. Naquela época, os chamados “surfistinhos” pregavam rodas de patins em tábuas de madeira para ziguezaguear pela cidade. Desde então eles tomaram conta do país. Aqui em São Paulo, não é raro vê-los por aí. A Avenida Paulista, por exemplo, depois que teve suas calçadas reformadas, virou um dos points da moçada nos fins de semana. A Praça Roosevelt, a marquise do Ibirapuera e o Vale do Anhangabaú são outros “picos de rua” – lugares que não foram projetados para a prática, mas oferecem condições ideais para os adeptos do “street skate” (skate de rua).
Para quem prefere as pistas com rampas, escadas, bancos, trilhos e outros obstáculos, a boa notícia é que existem diversos lugares preparados para o esporte na cidade. Inaugurado em fevereiro deste ano, o Parque Zilda Natel, em Perdizes, tem 2 300 metros quadrados e foi construído com a ajuda de 22 skatistas profissionais. Dos 45 CEUs (Centros Educacionais Unificados) espalhados pela capital, 21 têm pistas de skate. Uma das mais legais é a do CEU Butantã, com seis tipos de obstáculos e estruturas diferentes.
Em São Bernardo, está a pista do Paço Municipal. Inaugurada em 1982, é considerada uma das melhores do Brasil. Depois de uma grande reforma feita em 2007, foi remodelada e conta hoje com dezesseis estruturas diferenciadas.
A revista Cemporcento Skate traz uma relação de lugares públicos e privados para quem é fã de manobras radicais.
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